segunda-feira, março 12

Na ressaca das azáleas

Ainda com os olhos cheios de tanto verde e de tanto mar, de dias com quatro estações, de gente amável e generosa, onde o tempo corre lentamente, nada como uma pequena altercação entre taxistas no aeroporto de Lisboa e umas valentes buzinadelas na 2ª circular para nos fazer entrar nos eixos.

NOTA: Não era preciso fugirem todos, mas onde se meteram, no final da tarde, os habitantes de Vila Franca do Campo e de Ponta Delgada? À excepção de dois jovens ciclistas na aldeia e de alguns adeptos do tuning no centro da cidade, onde estavam os indígenas? Bem que gostaria de trocar meia dúuuzia de palavras para praticar o dialecto micaelense. A saber:

As vogais palatais [ü] a [ö] correspondem, respectivamente, a /u/ e /o/ (como em uva, [ü]va; pouco, p[ö]co; boi, b[ö]i; piolho, pi[ö]lho) e a elevação do /o/ tónico para [u], como em: doze, d[u]ze; amor, am[u]r. (Está tudo aqui explicado)

3 Comments:

Anonymous Blita said...

Tive um colega, professor de Física e Química, natural de S. Miguel: era o /vlüm/. Gente boa.

10:58 da manhã  
Blogger ricardo batista said...

Esse "ü" é o equivalente ao "ü" alemão ou ao simples "u" francês, mas o "ö" também se lê como o "ö" Alemão?

11:07 da manhã  
Blogger Andre Bradford said...

Cara Miss Isabel Pearls, é sempre um gosto ajudar a convencer um visitante sobre as virtualidades da natureza, das gentes e da pronúncia micaelense. Volte sempre.

11:46 da manhã  

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