domingo, setembro 17

Tour (3)

- Uma ida ao supermercado e reparo que já não oferecem sacos de plástico. Por mim, sem problema. Ainda hoje tenho pesadelos com uma lixeira que visitei há séculos. - Um Ministro foi apanhado a circular 212 km/h na A1. Por cá, não há problema nenhum e já nem sequer foi a primeira vez que estas coisas aconteceram. Felizmente há quem se importe. Sim, porque se estivermos à espera que as criaturas na Assembleia da sub-comissão de prevenção rodoviária (?) façam qualquer coisa, o melhor é esperar sentada. - Tenho pena de não ter acompanhado a discussão sobre o Bairro Alto. O João Villalobos está cheio de razão, o Eduardo escreve e bem sobre lixo e grafitos, o João Gonçalves chama-lhe um bairro dos pequeninos, as memórias da Fernanda Câncio são semelhantes às minhas e o Francis arrasa de vez com aquilo com as palavras todas. O Bairro Alto é uma chungaria e um mete-nojo. Mas também sei que muitos dos proprietários de lojas e de restaurantes fazem o que podem junto de quem manda para pôr ordem naquela selvajaria urbana. Espero que não desistam e agradeço-lhes o empenhamento. Aquilo tudo é uma pena. Uma tristeza. - Só hoje consegui ter o novo Sol. Ainda não o pude ler, mas já gostei: conheço alguns dos seus jornalistas e colunistas e claro, com a maior objectividade do mundo, só posso dizer que são todos cinco estrelas.

1 Comments:

Blogger ISA said...

o Bairro Alto é um bairro típico de Lisboa. onde vivem famílias, novos, velhos, crianças e cães. É chunga, pois é, mas o povo é chunga, fazer o q? podia era ser mais limpo de garrafas partidas, beatas, copos de plástico e barulho. pois podia. mas é mais silêncioso durante o dia do que a maior parte de Lisboa

1:45 da tarde  

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