Eddie Cantor- My Baby Just Cares For Me (Da Caldeirada Rica)
Um blog com seriedades, muitas banalidades, algumas frivolidades,pechisbeque, chá e torradas. Que me diverte.
Eddie Cantor- My Baby Just Cares For Me (Da Caldeirada Rica)
Vendo bem, não é fácil encontrar um bom casaco comprido ou um agasalho decente. Mesmo no pino do Inverno, os expositores dos grandes armazéns misturam um abrigo assim-assim com blusinhas ligeiras, casacos curtos e trapos giros. Tudo muito leve, subido e raras vezes com qualidade, porque essa paga-se muito cara, é um facto. Veêm-se uns gorros e luvas de dedos à mostra, mas não passam de adereços decorativos.
Fez bem o caro Jansenista em recordar António Maria Pereira, advogado e grande defensor dos Direitos Humanos e dos Direitos dos Animais, falecido recentemente.
Hoje à noite, no canal dois passa o filme Soylent Green. Não me consigo recordar do local onde o terei visto, pois parece-me pouco provável que tenha sido no antigo cine-teatro da minha terra.
Fazia ideia de escrever qualquer coisa sobre o dia de hoje, cheio de Obama por todos os lados. A verdade é que não sou entusiasta destes grandes acontecimentos e quase que sentia o frio que vinha de Washington. Mas o Fernando Martins com simpatia, iludiu os leitores do Cachimbo, convencido de que tenho opinião sobre a roupa que vestiram as Sras. Obama e Biden. Lá ter, tenho, mas a verdade é que não abona muito a favor das escolhas das damas para a ocasião. Senão, vejamos:
O fato de Michelle, apesar de confeccionado com tecidos fabulosos , (não era um naperon de croché, Fernando) mais parecia um Ferrero Rocher (a expressão é de uma amiga). Segundo o repórter da SIC, a escolha por uma costureira cubana significava "abertura, multiculturalismo" ou algo parecido. Eu teria aconselhado um dos muitos fantásticos costureiros americanos (os meus preferidos) que saberiam escolher o modelo mais adequado para a ocasião, mas a verdade é que ela estava mesmo feliz com o seu chocolatinho suiço. "I wanted to pick a very optimistic color, that had sunshine,” disse a estilista. “I wanted her to feel charmed, and in that way would charm everybody". A mim, não encantou coisa nehuma e estou certa de que mesmo os mais aficionados do casal Obama me hão-de dar razão.
Caixa Louis Vuitton para skate em homenagem a Stephen Sprouse
Uma banda? Beatles.
1 - Homem ou mulher? Luck Be A Lady
2 - Descreve-te: Just Like A Woman
3 - O que pensam de mim? Let's Keep It Between Us
4 - Como descreves o teu último relacionamento? GET OFF MY CLOUD
5 - Descreve o estado actual da tua relação:I wanna be loved by you
6 - Onde querias estar agora? First We Take Manhattan
7 - O que pensas do amor? There Must Be A Way
8 - Como é a tua vida? LIFE IS SO PECULIAR
9 - O que pedirias se pudesses ter só um desejo? Dance Me To The End of Love
10 - Escreve uma frase sábia: God Only Knows
Acabam de me enviar esta notícia: um etíope residente nos EUA criou uma meritória fundação: Ethiopian Books for Children and Educational Foundation (EBCEF), que funciona também como editora. Muitos dos livros que se vêem na fotografia, a viajar no dorso do burro, foram já publicados pela EBCEF, que as crianças etíopes tanto gostam de admirar, se bem que muitas não saibam ler e muito menos conhecem a língua inglesa, pelo que a maioria prefere livros publicados em Amharic.
Sendo um dos meios mais comuns de transporte e carga em meios rurais, o burro vai levando os livros pelas ruas, com paragens à porta das escolas primárias, sempre rodeado por crianças que correm ao seu encontro, com destaque para a Rainha Helena, mascote deste projecto e rainha de todos os burros.
Para o fundador do projecto " If we are interested in changing the world then we have to read". Parece simples.

Lisboa-Faro
Depois do Príncipe Carlos, uma ex-miss Espanha convertida à aristocracia pelo casamento. Sempre achei graça à Baronesa, mesmo quando se deixa fotografar em ambientes pink para as revistas del corazón. Que se danem os que a desprezam. A verdade é que conseguiu para Espanha uma das melhores colecções de pintura do mundo, uma mulheraça cheia de espírito empreendedor que não se limita a passear a herança milionária em passadeiras vermelhas do ócio e do desperdício.
Tendo sobrevivido a uma passagem de ano de champanhe de marca italiana manhosa com rolha plastificada (houve mesmo quem sugerisse que fosse chinês) e porque no primeiro dia do ano o país tem as portas fechadas, nada melhor que mudar de calendário com ar e vento entre bátegas de chuva.